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18 candidatos abandonaram seus cargos para a eleição; descubra quantos foram eleitos.

De acordo com a legislação eleitoral, um total de 18 candidatos renunciaram a seus cargos públicos para concorrer nas Eleições de 2026 no Espírito Santo. Dentre eles, quatro foram eleitos, enquanto um permanece na disputa para o segundo turno. Os outros 13 não obtiveram sucesso nas urnas.

No âmbito governamental, a saída de integrantes foi significativa, com 11 secretários estaduais, além de quatro diretores ou comandantes de autarquias, incluindo o ex-governador Renato Casagrande, que deixou seu cargo em abril para concorrer ao Senado. Casagrande foi bem-sucedido, sendo eleito com 995.361 votos, o que representa 24,7% do total.

Lorenzo Pazolini, que ocupava a Prefeitura de Vitória, também renunciou e está concorrendo ao segundo turno nas eleições para o governo estadual, desafiando Ricardo Ferraço. No primeiro turno, Pazolini liderou com 1.048.633 votos, enquanto Ferraço obteve 719.397 votos. Outro prefeito, Peter Costa, deixou a administração de Mimoso do Sul e foi eleito para uma vaga na Assembleia Legislativa do Espírito Santo com 31.537 votos.

Dos 11 secretários estaduais que se desligaram para a disputa, apenas dois conseguiram se eleger. Emanuela Pedroso, conhecida como Manu, ex-secretária de Governo, foi eleita deputada federal com 69.398 votos. Victor Coelho, que foi secretário de Turismo, conquistou uma cadeira na Assembleia Legislativa com 26.006 votos.

Candidatos que deixaram seus cargos e foram eleitos incluem:

– Renato Casagrande (PSB): de governador a senador (995.361 votos);
– Emanuela Pedroso (PSB): de secretária de Governo a deputada federal (69.398 votos);
– Peter Costa (PP): de prefeito de Mimoso do Sul a deputado estadual (31.537 votos);
– Victor Coelho (PSB): de secretário de Turismo a deputado estadual (26.006 votos).

Vale ressaltar que Pazolini ainda está em corrida para o segundo turno.

Por outro lado, nove secretários estaduais não conseguiram ser eleitos, assim como quatro dirigentes de autarquias que se candidataram. Alguns deles chegaram perto: Tyago Hoffmann, ex-secretário de Saúde, recebeu 68.915 votos para deputado federal, sendo o nono mais votado, mas o partido não elegeu duas cadeiras, resultando na vitória apenas de Manu. Bruno Lamas, ex-secretário de Ciência e Tecnologia, ficou como o quarto mais votado no seu partido, com 17.976 votos, mas seu partido só elegeu três deputados. Da mesma forma, José Carlos Nunes, ex-secretário de Esportes, obteve 12.335 votos e também não se elegeu.

Entre aqueles que não conseguiram uma vaga estão:

– Tyago Hoffmann (PSB): secretário de Saúde, 68.915 votos para deputado federal;
– Felipe Rigoni (PSB): secretário de Meio Ambiente, 35.705 votos para deputado federal;
– José Eustáquio de Freitas (PSB): diretor-presidente do DER-ES, 49.840 votos para deputado federal;
– Vitor de Angelo (PSB): secretário de Educação, 19.000 votos para deputado federal;
– Guerino Balestrassi (Podemos): secretário de Recuperação do Rio Doce, 18.068 votos para deputado federal;
– Alessandro Broedel (Podemos): diretor-presidente do Incaper, 11.772 votos para deputado federal;
– Rafael Pacheco (PSB): secretário de Justiça, 6.995 votos para deputado federal;
– Bruno Lamas (PSB): secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, 17.976 votos para deputado estadual;
– Douglas Caus (Podemos): comandante-geral da PMES, 16.720 votos para deputado estadual;
– Jacqueline Moraes (PSB): secretária das Mulheres, 13.157 votos para deputada estadual;
– José Carlos Nunes (PT): secretário de Esportes, 12.335 votos para deputado estadual;
– Cyntia Grillo (Podemos): secretária de Trabalho, 6.375 votos para deputada estadual;
– Pablo Lira (PSB): diretor-geral do IJSN, 2.840 votos para deputado estadual.

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