Leila Pereira, presidente do Palmeiras, expressou críticas ao Flamengo em meio a uma controvérsia relacionada à final da Libertadores. Ela questionou a abordagem do clube rubro-negro junto à Conmebol, que envolve a alegação de uma possível escalada irregular do Estudiantes.
Enquanto isso, o Coritiba tomou uma decisão drástica ao demitir o preparador de goleiras da equipe feminina, Jurandir Pereira, após investigações internas sobre um episódio de agressão a uma jogadora do Imperial/Athletico durante o Campeonato Paranaense Feminino. O incidente ocorreu no dia 28 de março, já nos minutos finais do jogo, quando Jurandir atacou a atleta com um golpe de cotovelo.
O Coritiba manifestou publicamente seu repúdio a qualquer forma de violência, reafirmando seu compromisso com a integridade das jogadoras. A comissão técnica do Imperial e a Federação Paranaense de Futebol também se opuseram ao ato, salientando a necessidade de respeito no ambiente esportivo.
O clube paranaense afirmou, em comunicado, que a situação é lamentável e que não tolera agressões às mulheres, reiterando o compromisso de promover um espaço seguro e respeitoso para todas as atletas. De acordo com a nota oficial, o Coritiba lamentou profundamente o ocorrido, estendendo solidariedade à jogadora envolvida e reafirmando que o comportamento de Jurandir não reflete os valores da instituição.
A Federação Paranaense de Futebol declarou que está acompanhando a investigação e ressaltou a importância de esclarecer todos os detalhes do caso, reafirmando seu compromisso em valorizar e proteger as jogadoras nos diversos âmbitos do futebol.
A situação gerou reações em diversas partes, com o Imperial destacando que a violência contra mulheres não deve ser normalizada em nenhuma circunstância, e que o respeito deve prevalecer em todas as situações de competição. Até o momento, o preparador de goleiras demitido não se manifestou sobre o ocorrido.

