Os clubes de futebol brasileiro destacam a relevância das apostas no esporte, especialmente em um momento de discussão em torno de uma medida que visa proibir a operação de sites de apostas. Essa questão envolve não apenas os clubes, mas também o Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF), demonstrando a complexidade e a importância do tema dentro do cenário esportivo nacional.
Em uma reviravolta, Diego Souza, treinador do Joinville, foi notificado sobre a suspensão preventiva de 30 dias pelo uso de uma licença técnica supostamente falsa. A intimação foi emitida pelo Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol de Santa Catarina, informando que o treinador não poderá acessar os estádios durante esse período, conforme normas da Federação Catarinense de Futebol.
Enquanto isso, Raphael Bahia, auxiliar técnico, assumirá a responsabilidade durante as partidas do Joinville na Copa Santa Catarina. Diego Souza poderá continuar à frente dos treinos, mas estará restrito das atividades no estádio.
Esse incidente é mais um capítulo na tentativa de regularização do treinador, que teve seu registro cancelado no Boletim Informativo Diário (BID) pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) no início de outubro, devido a irregularidades na documentação apresentada, que foi enviada para investigação à Comissão de Ética da CBF e à Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD).
O problema surgiu quando o nome de Diego Souza foi associado a uma investigação sobre Alejandro Mancuso, um ex-atleta argentino relacionado a um suposto esquema de venda de licenças falsas para treinadores, documentos que, segundo as denúncias, eram vendidos por cerca de R$ 100 mil, isentando os compradores da necessidade de passar pela formação necessária.
Diego Souza alega ter sido enganado e garante que não estava ciente da falsidade da documentação, obtida em 2023, durante sua passagem pelo Grêmio. A entidade responsável não reconheceu a licença do treinador, que agora tenta regularizar sua situação para continuar atuando como técnico no futebol.

